Quem faz o quê na governança de dados local? Funções e responsabilidades básicas.
Em artigos anteriores, discutimos a importância dos dados para as câmaras municipais, o que significa governá-las e por que é necessário conhecer os dados...
El Provedor de Justiça publicou o nono relatório anual sobre transparènciaacesso à informação pública e boa governança, coincidindo com o 10 anos da Lei 19/2014O relatório faz um balanço de uma década de políticas públicas voltadas para transparència e destaca os desafios que ainda temos pela frente.
Esses dados mostram uma tendência clara: Os cidadãos exigem mais informações e garantias., embora muitas administrações — especialmente municípios pequenos e rurais — ainda tenham dificuldade em cumprir as regulamentações.
O relatório do Provedor de Justiça não só analisa o grau de conformidade com a Lei, como também destaca as iniciativas que foram fundamentais para o progresso em transparènciaDentre elas, destaca-se a seguinte: Rede de Governos Abertos da Catalunha, um espaço para cooperação interadministrativa que promove a cultura de transparència e na qual o Consórcio AOC é um membro ativo.
Segundo o Provedor de Justiça da Catalunha, esta Rede tem sido determinar promover uma cultura compartilhada de transparència e reduzir as desigualdades entre as administrações. Seu trabalho tem se concentrado em:
Graças a essa colaboração, consolidou-se um espaço que combina tecnologia, metodologia e cooperação, com o objetivo de avançar rumo a um governo mais transparente, participativo e centrado no cidadão.
Segundo o relatório, o Consórcios AOC é um ator essencial para fazer o transparència e governo aberto na Catalunha. O Provedor de Justiça da Catalunha destaca que seu trabalho não apenas facilita o cumprimento das normas, mas também reduz as desigualdades entre as administrações graças à tecnologia e à cooperação.
As principais contribuições de destaque são:
Essas ações demonstram que o papel da AOC é fundamental para transformar o transparència em uma prática real e acessível, especialmente para municípios com menos recursos.
Apesar dos progressos, o relatório do Provedor de Justiça destaca que ainda há um longo caminho a percorrer. Um dos principais desafios é o reutilização de informações públicasEmbora a regulamentação o preveja, a maioria dos portais continua a publicar dados em formatos pouco reutilizáveis, o que limita a sua utilidade para cidadãos, empresas e investigação.
Outro ponto crucial é a necessidade de oferecer conteúdo mais avançado. A transparència Não pode se limitar a informações institucionais básicas; é necessário incorporar dados sobre grupos de interesse, respostas anonimizadas a consultas, mecanismos de avaliação e espaços para propostas e sugestões. Isso permitiria uma relação mais ativa e bidirecional com o público.
Els pequenos municípios continuam sendo os mais vulneráveis. Municípios com menos de 5.000 habitantes têm dificuldade em cumprir as normas devido à falta de recursos humanos e tecnológicos. O relatório aponta que o apoio metodológico e tecnológico deve ser reforçado para reduzir essas desigualdades.
Finalmente, o grande desafio é promover uma cultura de transparènciaNão se trata apenas de cumprir a lei, mas também de torná-la útil e compreensível para os cidadãos. Isso implica uma mudança de mentalidade: enxergar a lei como algo útil e compreensível para os cidadãos. transparència como ferramenta para melhorar a confiança e a qualidade democrática, com um claro compromisso com a melhoria contínua e a colaboração entre as administrações.
Você quer saber mais? Acesse o resumo oficial e o relatório completo.