Está disponível o vídeo do webinar "Corrupção na Catalunha: percepções e atitudes dos cidadãos"

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Qual é o impacto da corrupção, além do vazamento econômico? A confiança pode ser restaurada nessas instituições danificadas pelo abuso? Como reparar os outros efeitos perversos? O que os cidadãos podem fazer, individual e coletivamente, para lutar contra a corrupção e quais são as barreiras à denúncia?

Estas e outras questões estiveram no centro do debate no dia que o Gabinete Antifraude organizou no passado dia 15 de Dezembro por ocasião da apresentação do "Barômetro 2022 sobre corrupção na Catalunha, percepções e atitudes dos cidadãos”, bem como a celebração do Dia Internacional Anticorrupção.

O presidente do Observatori Ciutadà contra a corrupção participou da conferência, Itziar Gonzalez, diretor do Centro de Estudos de Opinião, Jordi Muñoz e o professor de criminologia da Universidade Autônoma de Barcelona, Daniela Gaddi.

Nas apresentações, foi destacada a importância do tratamento da mídia em relação à corrupção. "Eles têm um papel fundamental", afirmou Muñoz, “o contato da maior parte da população com a corrupção é indireto por meio das informações que recebem da mídia. Estes, porém, não são alheios porque dependem de publicidade institucional ou da concessão de licenças, e assumem posições polarizadas”. Gaddi acrescentou que "a mídia deve dar visibilidade a como um ato restaurativo é realizado. O resultado do acordo deve ser público e deve ser divulgado". Nesse sentido, González propôs poder ter uma presença mediática nos meios de comunicação públicos onde se possa falar da luta contra a corrupção e dar visibilidade ao que os cidadãos estão a fazer.

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